A maioria dos profissionais brasileiros entra em negociações com a China confiante — e sai sem entender o que aconteceu. China na Prática existe para mudar isso.
Você tem uma negociação em andamento, uma viagem marcada ou um parceiro chinês chegando. O risco já existe — a questão é se você vai entrar preparado ou não.
Com negociação em andamento com parceiros, fornecedores ou clientes chineses.
Com viagem marcada para a China e necessidade de preparo imediato antes do embarque.
Com parceiro chinês chegando ao Brasil ou iniciando relação comercial com a China.
Que já operam com a China mas percebem que algo nos relacionamentos não funciona como deveria.
O problema raramente é técnico. O produto pode ser competitivo, a proposta pode ser sólida, o profissional pode ser experiente. Ainda assim, o contrato não fecha — ou fecha mal.
O interlocutor chinês não diz "não" diretamente. O brasileiro interpreta o silêncio ou a evasiva como abertura. Segue adiante com expectativas erradas. O acordo desmorona semanas depois.
Brasileiros são naturalmente calorosos e informais. No contexto chinês, isso pode ser lido como falta de seriedade institucional, especialmente em negociações de alto valor ou com órgãos governamentais.
Tratar todos os interlocutores como iguais — sem reconhecer quem tem poder real de decisão — é um erro de protocolo com consequências diretas no andamento da negociação.
A cultura de negociação chinesa opera em tempo diferente. Cobrar agilidade, demonstrar impaciência ou pressionar por fechamento prematuramente gera desconfiança e frequentemente encerra conversas que ainda tinham potencial.
China na Prática entrega ao profissional um repertório operacional — não teórico — para navegar interações com contrapartes chinesas com segurança e precisão.
Identifique sinais comportamentais, hierarquias implícitas e padrões de comunicação indireta que definem o ritmo e o resultado de qualquer interação.
Domine os rituais de apresentação, recepção e negociação que demonstram preparo institucional e constroem credibilidade imediata com a contraparte.
Mandarim se aprende em qualquer escola. O que não se aprende é como um silêncio pode encerrar uma negociação — ou como a forma errada de recusar um brinde pode custar um contrato. Nenhuma fluência exigida.
Compreenda como o Estado, as empresas estatais e o setor privado chinês operam de forma integrada — e como isso afeta qualquer negociação de relevância.
O curso foi estruturado em progressão deliberada: começa pelos comportamentos mais imediatos e cotidianos e avança para dinâmicas institucionais e estratégicas.
Cumprimentos, apresentações, hierarquia no ambiente social e de negócios. Leitura de sinais não-verbais.
Reuniões, troca de cartões, hospitalidade, banquetes corporativos e gestão de presentes. O que fazer e o que nunca fazer.
Tempo, paciência, confiança (guanxi), estrutura de equipes e o papel do consenso interno na organização chinesa.
Relação entre Estado, empresa e indivíduo. Setores estratégicos. Como posicionar o Brasil como parceiro no discurso chinês.
O curso é ministrado por Tadzio Valladares Goldgewicht, sinólogo* com 15 anos de residência na China, onde realizou sua formação acadêmica em linguística e filologia chinesa, com fluência plena em mandarim. Não se trata de um observador distante — mas de alguém que viveu, estudou, trabalhou e construiu relações institucionais dentro do sistema chinês.
Sua trajetória inclui atuação como professor e coordenador acadêmico em instituições chinesas e canadenses, formação de profissionais em contexto intercultural, e observação direta do ambiente institucional, empresarial e social da China ao longo de mais de uma década de residência.
O conteúdo foi desenvolvido a partir de situações reais — a maioria delas vivida pelo próprio professor —, não de manuais. Cada aula reflete dilemas concretos que profissionais brasileiros enfrentam — e os erros que cometem quando não estão preparados.
O professor Tadzio é, até onde se tem registro, o primeiro ocidental a concluir o curso de Língua e Literatura Chinesa na Universidade de Shanxi — instituição pública fundada em 1902, sob supervisão do Ministério da Educação da República Popular da China.
China na Prática não é um curso gravado. É uma experiência ao vivo, com turma intencionalmente pequena para garantir aprofundamento, troca e aplicação direta ao contexto de cada participante.
Sessões síncronas com interação direta com o especialista. Perguntas, situações reais e casos dos próprios participantes são parte do método.
Turma reduzida por design. O limite garante atenção individualizada e evita a dinâmica genérica de cursos em massa.
Cada sessão tem material desenvolvido exclusivamente para o curso — roteiros, glossários de mandarim e guias de protocolo para uso imediato.
Progressão pedagógica do comportamento cotidiano ao contexto institucional. Aplicação prática desde a primeira sessão.
por participante · valor único · sem mensalidades
Vagas limitadas a 8 participantes. Quando encherem, a próxima turma terá condições revisadas.
Não depois do primeiro erro. Inscreva-se diretamente ou entre em contato via WhatsApp para tirar dúvidas antes de confirmar sua participação.